STF vai investigar denúncia contra Marco Feliciano

Feliciano desmente Patrícia (Montagem: Internet)

Feliciano desmente Patrícia (Montagem: Internet)
Feliciano desmente Patrícia
(Montagem: Internet)

Em decisão tomada no dia 13, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em atendimento ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) determinou abertura de inquérito para apurar a queixa apresentada pela estudante de jornalismo Patrícia Lélis, contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP).
Em depoimento na Polícia Civil do Distrito Federal, no mês passado, Patrícia acusou o parlamentar de tentativa de estupro. O caso foi remetido ao Supremo pelo fato de o deputado ter foro privilegiado.
Patrícia é da juventude do PSC, partido de Feliciano.
O caso
A estudante contou que foi chamada por Feliciano para ir ao apartamento funcional dele, em Brasília, no dia 15 de junho, para participar de uma reunião sobre a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigaria a União Nacional dos Estudantes (UNE).
Segundo Patrícia, ao chegar à casa do deputado, ela descobriu que ele estava sozinho e que não havia reunião. Feliciano, então, tentou estuprá-la, disse a estudante. Patrícia disse que gritou e que uma vizinha do deputado bateu à porta para saber o que estava acontecendo, o que colaborou para que o estupro não se concretizasse.
Feliciano nega
Na Polícia Civil de São Paulo, Patrícia Lélis foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão por acusar Talma Bauer, assessor do deputado, de cárcere privado e sequestro.
Em um vídeo postado em sua página na internet logo após a denúncia, Feliciano negou as acusações e disse que, com o tempo, ficará provado que não passam de “engodo” e “mentira”.
Com AgBR

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